terça-feira, dezembro 05, 2006

Era pra ser uma lagosta, mas ficou pavorosamente feia. Bom, uma lagosta é feia, né? O que importa é como ela é por dentro! A Link propaganda havia encomendado esse desenho ano passado, e resolveram aproveitá-lo para os jogos desse ano. Mas antes me ligaram perguntando se não havia problemas com direitos autorais e tal.

Adoraria cobrar royalties até pelos sonhos que conto, mas falei que não havia problema nenhum, pois afinal, eles pagaram bem e a idéia foi da agência. Eu só manejei as Uni-Pins.

O que eu gostei foi da elegância e do trato ético, raros hoje em dia, sobretudo nesse meio coalhado de Dudas.

Até que ficou bonitinho, não?





Mais palíndromos

Conforme prometido, aqui vão mais palíndromos que eu acho ter inventado. Qualquer semelhança com os palíndromos bolados por outra pessoa viva, morta ou acéfala, foi uma mera coincidência. Afinal, só temos 26 caracteres e 10 algarismos para trabalhar.

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Sobre as peculiaridades da política externa:
Auê só nos EUA!

Os intrincados caminhos da tecnologia:
É net nexo? Oxente, né?

Cada um no seu lugar:
Na toca, OTAN!

Arrumando o Fusca:
Aí, cabe bacia?

Zoofilia ou veterinária?
Só tapa patos.

Um famoso ator da Globo em ação:
Ota, o ator, trota o ato.

Lema dos gordinhos:
À trote e torta!

Não ligando o nome à pessoa:
É dedada da Dedé?

Como diria John Holmes:
É dura a rude!

Como diria Jamie Hyneman:
O Adan é de nada, ô!

Lua-de-mel frustrada:
Adan e Dedé? Nada!

Não deixa de ser verdade:
Rod é dor.

Depende da experiência de cada um:
A buceta assa até Cuba.

Nova bula papal, quem dera:
Assim: 1 mês sem 1 missa!

Triste destino de uma nação:
Oto selou o Lesoto.

Coisas de missionário germânico:
A bata alemã mela a taba.

É hoje!
Lima a mil!

Puto da vida:
Ódio doido.

Conclusão final:
Mega bobo? Bobagem!

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Ah, nesse fim de semana não tinha nada pra fazer e acabei bolando... mais de 100 palíndromos!

Aí tive um estalo: ora, por que não lançar um livro ilustrado só com palíndromos? As frases por si só já são hilariantes devido ao nonsense da coisa. Os desenhos devem ajudar a tornar tudo ainda mais maluco.

Portanto, vou guardar como inéditos os outros palíndromos que bolei. E se alguma editora se interessar, eu estou à disposição. Para me achar é muito fácil: bata palmas no entroncamento do viaduto com a avenida central que eu apareço. Ou aqui mesmo pelo blog:-)

6 Comments:

Blogger Edge said...

registra logo a ideia. nunca se sabe, de repente tem um 'duda' lendo isso aqui e lanca o livro.

6:44 PM  
Blogger Hemeterio said...

Edge, nem sei como proceder pra registar. Qualquer coisa vale a data de postagem. Vou deixar pra lá, quem quiser que lance antes, meu baú ainda tá cheio de curingas, rerere.

Mas é sério, gostei da idéia e vou explorá-la assim que a fila andar.

6:55 PM  
Blogger Zarastruta said...

Hemé,

No sábado eu fui no supermecardo asiático que inaugararam há poucas semanas aqui perto de casa atrás de um tal de Durian que o meu amigo Edge recomendou. Não achei a fruta de creiro esquisito, mas eu comprei uma lagosta viva direto do tanque.

Coloquei a coitadinha numa panelona cheia de água enquanto eu saia com a família para o parquinho da Sofia no Shopping Center (aqui tá um frio de rachar). Eu acabei me apegando a pobre lagosta e não parava de pensar. Estava até planejando criá-la em uma das banheiras e tal. Quando eu voltei ela estava mortinha. E fiz como o Homer Simpson, saborei com manteiga, mas cheio de remorso. Eu não tinha idéia como era gostosa uma lagosta sem aditivos, realmente fresca. Tirei a foto da lagosta e quando minha coragem voltar escrevo um post.

8:42 PM  
Blogger Edge said...

ta iniciada a campanha: "Durian - se não feder, reclame! é seu direito" :)

10:20 PM  
Blogger Hemeterio said...

Z;

Que marmota. Entendo de acontecer das pessoas se apegarem a bezerros - que ao invés de virarem vitela, viram mscote - mas a uma lagosta? É como querer criar uma melancia.

E os japoneses, que comem a lagosta viva, despedaçando o bicho pata por pata? A coitada guincha de dor!

Escreva mesmo que a gente tá com saudades, uai.

E;

Vou exportar umas jacas podres pra Cingapura e ficar rico, rerere.

2:50 AM  
Anonymous Muta said...

Grande Hemet, fantástica a idéia do livro sobre palídromos!!!

Meu, não nos falamos há tempos... Estou trabalhando de mais: isso definitivamente não me faz bem, hehe.

Sabe que até queria te pedir um negócio? Escrevi um texto sobre um Papai Noel à Brasileira hoje... Se vc tiver um tempo, de uma lida. Se tiver mais tempo ainda, ia ser legal pacas poder colocar uma visão tua desse papai noel no texto, hehehe. ;o)

Abraço,
Muta o atum. (hahaha, eu tbm sou um palídromo!!!)

7:35 AM  

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